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Super Bowl: um show de Drone Marketing

No intervalo do Superbowl que ocorreu nesse dia 5 de fevereiro, o drone marketing provou que pode ser a chave também no mundo do espetáculo. A artista pop Lady Gaga, já conhecida por suas apresentações cheias de ineditismos e efeitos dos tipos mais diversos e surpreendentes, usou nada menos que 300 drones para dar – literalmente – o brilho à sua apresentação.

A apresentação teve repercussão em nível mundial, e levantou também bastantes discussões a respeito do tema entre espectadores e especialistas das áreas envolvidas. Vamos explicar cada detalhe dessa produção fora do comum que foi destaque tanto no mercado da tecnologia quanto do entretenimento.

Drone no foco do Super Bowl

O Superbowl, jogo final da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano dos Estados Unidos), é talvez um dos maiores espetáculos do esporte, não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro. Tão – ou talvez mais? – esperado quanto o jogo e a revelação da grande equipe vencedora, é o intervalo: o chamado Halftime. A produção do Halftime é tão intensa que já teve por vezes até mesmo seus patrocinadores à parte.

A apresentação do meio-tempo já contou com nomes como Paul MacCartney, Madonna, The Who, Beyonce, The Rolling Stones, e a lista segue nesse nível com nomes e performances de peso. Nesse ano o show ficou por conta da cantora Lady Gaga, que soube dar conta da grandiosidade do evento, que foi realizado no início de fevereiro em Houston, no estado de Texas.

O anúncio do nome da estrela pop foi feito meses antes, e desde então gerou expectativa nos fãs. Ainda assim, ninguém esperava que a produção pudesse contar com um cenário interativo de nada menos que 300 drones no ar. Durante a apresentação da cantora, luzes surgiram ao fundo, como um céu fortemente estrelado. Quando as estrelas trocaram de cores e iniciaram movimentos sincronizados foi revelado o truque: era uma apresentação inédita com centenas de drones.

De um céu estrelado o cenário se transformou no símbolo patriota estadunidense: a bandeira nacional, cativando o público. A apresentação da cantora iniciava saudando a a nação com “God Bless America”, assim como o próprio evento esportivo já traz um teor nacionalista, e garantiu ser assunto nos noticiários nacionais e internacionais.

Algoritmo garante espetáculo do drone

A tecnologia usada pelos drones da Intel no espetáculo da artista é a mesma já apresentada pela empresa quando bateu o recorde mundial do livro Guinness em quantidade de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados, na sigla em português) em voo, simultaneamente. O marco foi atingido em uma parceria realizada com a Disney no início de 2016.

Madonna, The Who, Beyonce, The Rolling Stones, e a lista segue nesse nível com nomes e performances de peso. Nesse ano o show ficou por conta da cantora Lady Gaga, que soube dar conta da grandiosidade do evento, que foi realizado no início de fevereiro em Houston, no estado de Texas.

O anúncio do nome da estrela pop foi feito meses antes, e desde então gerou expectativa nos fãs. Ainda assim, ninguém esperava que a produção pudesse contar com um cenário interativo de nada menos que 300 drones no ar. Durante a apresentação da cantora, luzes surgiram ao fundo, como um céu fortemente estrelado. Quando as estrelas trocaram de cores e iniciaram movimentos sincronizados foi revelado o truque: era uma apresentação inédita com centenas de drones.

De um céu estrelado o cenário se transformou no símbolo patriota estadunidense: a bandeira nacional, cativando o público. A apresentação da cantora iniciava saudando a a nação com “God Bless America”, assim como o próprio evento esportivo já traz um teor nacionalista, e garantiu ser assunto nos noticiários nacionais e internacionais.

A operação, que envolve a sincronização de voo e emissão de luzes coloridas, foi usada na ocasião com inicialmente 100 aeromóveis, e finalmente com nada menos do que 500 deles no ar. De qualquer forma, mesmo sendo em menor quantidade, a apresentação da Lady Gaga foi a primeira em que esse tipo de espetáculo aéreo foi televisionado.

Os “Shooting Star Drones”, como são chamados os aeromóveis usados nesse tipo de manobra são específicos para esse tipo de uso. Cada unidade pesa apenas 280 gramas e tem capacidade de voo de até 20 minutos A combinação de suas luzes de LED prometem atingir até 4 milhões de tons de cor. Também, diferente de outros dispositivos, é possível controlar o total de drones a partir de um único operador, tornando mais fácil a execução de manobras elaboradas, como foi o caso do espetáculo no intervalo da NFL.

Além de conseguir controlar e sincronizar o desenho de voo e as luzes, a empresa afirma que existe um algoritmo que permite também garantir que nenhum drone prejudique a apresentação por falhas técnicas ou falta de bateria. O código seria capaz de identificar quais aparelhos estão com menos carga, e deixar estes para funções que exigem menos gasto de energia. Assim, caso alguma unidade não esteja em plenas condições de prosseguir, é fácil realizar a substituição rapidamente e seguir o roteiro. The show must go on!

Embora o efeito seja incrível e inédito, na realidade o espetáculo não aconteceu ao vivo. Devido aos riscos, envolvendo principalmente questões climáticas, que poderiam comprometer a instalação e o voo dos drones, os técnicos da empresa acharam mais seguro gravar o show. Sendo assim, o verdadeiro espetáculo aéreo aconteceu dias antes e foi exibido nos telões do Halftime no SuperBowl.

Além disso a FAA (Federal Aviation Administration), órgão que regula o voo de VANTs nos Estados Unidos, proíbe a circulação dos aparelhos em um raio de proximidade do estádio em que a partida foi realizada. Fora a proibição específica, outras regras que se assemelham à legislação brasileira, impedem drones em grandes quantidades, ou a realização de manobras, em áreas onde há multidões, ou apenas grande concentração de pessoas.

Intel desbrava o Drone Marketing

Ainda assim a Intel soube aproveitar muito bem os recursos de Drone Marketing com a produção do espetáculo. Logo após a performance de Lady Gaga, foi postado na conta do twitter da empresa um vídeo que mostra os drones regressando ao solo com o texto “Nossos drones retornaram ao chão após um incrível show na #PepsiHalftime”. Não precisamos dizer que a estratégia foi certeira e teve enorme alcance nas redes sociais.

Após experimentar e provar as suas tecnologias com 100, 300 e até mesmo 500 drones, a empresa garante que não tem nenhum intenção de parar por aqui. Deixando um tanto de mistério no ar, uma das representantes sugere que nos próximos meses podemos esperar drones no ar em quantidades que podem chegar às quatro casas numéricas.

Quando pensamos que o drone não pode mais nos surpreender, seja com a captação de imagens aéreas cada vez mais incríveis, ou com aplicações técnicas nas mais diversas áreas, o mundo do espetáculo nos prova o contrário. As mentes criativas da publicidade e do entretenimento usam cada vez mais do Drone Marketing, trazendo tecnologia e inovação para o mercado. Segue acompanhando o nosso blog e não perde nenhuma novidade do mundo do drone!

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